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Monastério Imaterial

 
 
Epílogo das Civilizações!

 

Na terra conhecemos os homens. Imensos dentro de si, irrisórios em consequência ao Cosmo.

Quem julga? Qual o "index" de toda a melodia?

Cercamos nossas residências em desrespeito àqueles que também nos desrespeitam. Acadêmicas formas de pensar.

A arte sobrevive à milênios mas só é imortal a que reside no interno de cada um.

Em túneis que driblam "proxyes" enxergamos o que queremos. Não a violência imposta pela desmoralização, muito intitulada Globalização.

Já nos contaram sobre o que éramos capazes de realizar...PAZ! Pombas brancas os filhos de condomínios conhecem muito bem. Já viram na internet.

Aquele que troca a indústria bélica pela indústria do alimento - sem gerar um desemprego sequer - merece ser potência da potência. E não somente mais um marco da arrogância dos tiranos.

Passam-se os séculos e barbados erros aterrorizam clima, rios, indígenas e principalmente os corações dilacerados das imensas cidades.

O Séc. XXI desponta em meio ao turvo e grosso ar que respiramos. A intolerância faz dos homens verdadeiras máquinas de doenças e opressões.

-Que se respeitem todos os países! Nenhum deles resistiria às origens do próprio EU; da água pura e jovem em que, na sublime infância, nadamos.

-Que se respeitem todos os homens! Todos de qualquer cor; de qualquer lugar; de qualquer valor; de qualquer crença; de qualquer estrela; de qualquer sistema solar...

Juntos... somos Universo!